Quem sou eu?!

1:26:00 p.m. | 0 Comments

ola! eu sou a Joana, tenho 18 anos, ando no 12º ano do curso de animador sociocultural e este blog vai ser o meu portfólio, espero que gostem e que possa ajudar em alguma coisa. Agora acerca de mim, eu tenho qualidades e defeitos como todas as pessoas, tenho sempre dois lados, como por exemplo, sou timida e extrovertida, faladora e caladinha, esse tipo de coisas... Detesto mentiras, pessoas falsas e interessiras, o que mais prezo é a amizade e ter amigos verdadeiros, porque nao há nada melhor do que falar com uma pessoa e saber mos ao mesmo tempo que podemos confiar nessa pessoa e por as maos no fogo que nao nos queimamos, eu tenho dois melhores amigos e nao os trocaria por nada!!

Direitos

Direito de participação;

Direito à formação e informação para o exercício da sua função;

Direito ao apoio técnico, material e documental;

Direito à segurança na actividade profissional;

Direito à negociação colectiva.

Deveres

O ASC está obrigado ao cumprimento dos deveres estabelecidos para os trabalhadores em geral e dos deveres profissionais decorrentes do presente Estatuto.

Decorrendo da natureza da função exercida, são deveres profissionais do animador:

a)Contribuir para a formação e realização integral dos indivíduos, promovendo o desenvolvimento das suas capacidades, estimulando a sua autonomia e criatividade, incentivando a formação de cidadãos civicamente responsáveis e democraticamente intervenientes na vida da comunidade;

b)Reconhecer e respeitar as diferenças socioculturais dos membros da comunidade, valorizando os diferentes saberes e culturas, combatendo processos de exclusão e discriminação, promovendo a interculturalidade;

c)Colaborar com todos os intervenientes da animação sociocultural, favorecendo a criação e o desenvolvimento de relações de respeito mútuo;

d)Participar na organização e assegurar a realização das actividades de animação sociocultural;

e)Sigilo profissional, respeitando a natureza confidencial da informação relativa aos cidadãos;

f)Reflectir sobre o trabalho realizado individual e colectivamente;

g)Enriquecer e partilhar os recursos da animação sociocultural, bem como utilizar novos meios que lhe sejam propostos numa perspectiva de abertura à inovação e de reforço da qualidade da animação sociocultural;

H) Cooperar com os restantes intervenientes na animação sociocultural com vista à implementação de projectos e animação;

I)Promover as relações internacionais e a aproximação entre povos.


animador vem-nos à ideia aquele
que anima algo (locais, pessoas,
acontecimentos, etc.). O que nos diz
o dicionário? Que é quem tem alma,
vida, que é um ser animado,
corajoso, esperançado e que possui
animação e esta revela-se pela sua
vivacidade e entusiasmo.
Resumindo, podemos dizer que é o
que estimula espiritualmente,
socialmente...
E que nos diz a enciclopédia?
Que é um técnico de
desenvolvimento comunitário, que
procura a participação das pessoas
através da realização de actos
culturais ou similares. O Animador
tem como função promover e
desenvolver, fora do quadro escolar,
actividades com finalidades
educativas (recreativas, culturais ou
desportivas). Estas actividades, que
têm como objectivo uma educação
global e permanente, podem dirigir-se
a grupos especiais ou ser abertas
a toda a comunidade.


http://sanchoscouts.no.sapo.pt/Manual/patrulha/O_ANIMADOR_A4.pdf

"A Animação Sócio-Cultural é um conjunto de práticas sociais que têm como finalidade estimular a iniciativa, bem como a participação das comunidades no processo do seu próprio desenvolvimento e na dinâmica global da vida sócio-política em que estão integrados." (UNESCO)


O desemprego tem sido um dos maiores problemas sociais actualmente enfrentados pela humanidade. As causas do desemprego são muitas, entre as causas mais citadas, pode-se mencionar o desenvolvimento tecnológico, a globalização, a terceirização, a desindustrialização,os modernos métodos de gestão, de um modo geral, como a reengenharia, além de outras. As consequências, por sua vez, podem ser devastadoras, tanto do ponto de vista da pessoa, do desempregado e da sua família relativamente ao ponto de vista social e político. O desemprego, directa ou indirectamente, é pago por todos. É pago pelo aumento dos impostos para cobrir despesas de vários tipos, como por exemplo, despesas médico hospitalares, despesas com segurança, etc.
Estudos comprovam que o desemprego aumenta os problemas relacionados com a saúde física e mental do trabalhador, fazendo com que se acentue a procura pelos serviços profissionais ligados a esta área. Também há comprovação de que a violência e o crime, de um modo geral, estão directamente relacionados com o desemprego. Pode ainda provocar radicalização política, bem como ampla desorganização familiar e social. Estudos já descobriram a relação entre o aumento de desemprego e aumento de divórcios.
Entre as medidas de combate ao desemprego mais citadas pode-se enumerar: facilitação do consumo e do crédito, incentivo ao investimento privado, implementação de políticas fiscais e monetárias adequadas, aumento das despesa pública, flexibilização do mercado de trabalho, redução do trabalho, trabalho de tempo parcial, licenças remuneradas, restrição às horas extras, trabalho compartilhado, além de outras possibilidades.

A designação “novas formas de organização do trabalho” foi muito utilizada na Europa, nos anos 70 do séc. XX. Tratou-se de uma perspectiva centrada no factor humano e inserida num movimento de humanização do trabalho e de democratização da empresa.
hoje em dia não se trata da realização de programas de mudança com base em valores de democratização e de humanização do mundo do trabalho, mas da prevalência de uma perspectiva centrada na eficiência que fundamenta uma nova vaga de racionalização a que podemos chamar “racionalização flexível”.
Não existe um único modelo para uma nova organização do trabalho, este conceito implica estruturas mais inovadoras e flexíveis, assentes na excelência de competência e no primado da confiança, bem como na maior participação dos trabalhadores.
A perspectiva centrada no factor humano pode ser encarada como a via alta da inovação da organização do trabalho, por visar não apenas altos níveis de produtividade e altos níveis de qualidade dos produtos e dos serviços, mas também altos salários, altos níveis de qualificação e alto nível de qualidade de vida no trabalho. Desta forma, a ênfase está na perspectiva holista, na divisão das tarefas, na importância dos conhecimentos e capacidades especificamente humanos, na utilização da tecnologia como meio para melhorar as qualificações e as competências e na
autonomia das equipas de trabalho e dos indivíduos.
A perspectiva centrada na eficiência pode ser encarada como a via baixa da inovação organizacional com vista à redução de custos e à adaptação a curto prazo. Consequentemente, a ênfase está na utilização da tecnologia para substituir trabalhadores, no emagrecimento da organização por via da externalização e deslocalização das funções que não fazem parte do core business e nos métodos de just-in-time. Adescentralização e a maior responsabilização dos
trabalhadores por um conjunto de tarefas e funções têm como objectivo o aumento da flexibilidade e a redução de custos.

http://pt.shvoong.com/books/222155-evolu%C3%A7%C3%A3o-trabalho-humano/

About

ola! eu sou a Joana, tenho 18 anos, ando no 12º ano do curso de animador sociocultural, e este blog vai ser o meu portfólio, espero que gostem e que possa ajudar em alguma coisa.